
Anúncios no Facebook e Instagram feitos para vender
No Google espera que o procurem. No Facebook e no Instagram vai buscar a pessoa antes de ela sequer saber que precisa de si. É o canal certo para criar procura, mas exige uma coisa que quase ninguém leva a sério: criativos bons a sério.
O criativo é 70% do resultado
Pode ter a segmentação perfeita e a conta impecavelmente estruturada: se o vídeo não prende nos primeiros três segundos, não há algoritmo que salve a campanha. É por isso que a nossa primeira pergunta nunca é "que públicos vamos usar", mas sim "que mensagem faz esta pessoa parar de deslizar".
Trabalhamos por ângulos: o problema doloroso, a prova social, a comparação com a alternativa, a oferta com prazo, o bastidor humano da marca. Cada ângulo dá origem a várias peças — vídeo curto, carrossel, imagem única — e é o público que decide qual vence, não o nosso gosto pessoal.
Medir bem depois das restrições de privacidade
Desde as alterações de privacidade nos telemóveis, o pixel sozinho deixou de ver uma parte considerável das conversões. Quem continua a decidir apenas com o que o pixel reporta está a desligar campanhas que, na realidade, estão a dar lucro.
Por isso instalamos a API de Conversões a par do pixel, com deduplicação correta de eventos, e cruzamos sempre os números da plataforma com o que aparece no seu CRM ou na sua faturação. A decisão é tomada sobre a realidade do negócio, não sobre o painel do Gestor de Anúncios.
Estrutura simples, aprendizagem rápida
Contas fragmentadas em dezenas de conjuntos de anúncios nunca saem da fase de aprendizagem: o orçamento dilui-se e o algoritmo nunca recebe sinal suficiente. Preferimos poucas campanhas bem alimentadas, com públicos amplos e criativos variados a fazer o trabalho de segmentação.
A isto juntamos o remarketing que realmente vale a pena: quem viu 75% de um vídeo, quem visitou a página de preços, quem abandonou o carrinho, quem já é cliente e pode comprar outra vez. Mensagens diferentes para momentos diferentes.
Perguntas sobre Meta Ads
Preciso de aparecer nos vídeos?
Não é obrigatório, mas ajuda muito. Marcas com rosto humano costumam ter custos por resultado mais baixos, sobretudo em serviços. Se não se sentir à vontade, trabalhamos com demonstrações de produto, testemunhos de clientes e animação.
Quantos criativos são precisos por mês?
Para uma conta em ritmo normal, entre quatro e oito peças novas por mês mantêm a campanha fresca. Sem criativos novos, o desempenho desgasta-se — o mesmo anúncio mostrado vezes de mais ao mesmo público perde eficácia.
Conseguem distinguir o que vem do Facebook e o que vem do Instagram?
Sim. Separamos os resultados por posicionamento e, no site, marcamos cada visita com a origem correspondente. Assim sabe onde vale a pena reforçar o investimento.
Trabalham com contas que já foram bloqueadas?
Ajudamos a repor a situação sempre que é possível, revendo o que motivou a restrição. Não prometemos desbloqueios — a decisão é sempre da Meta — mas orientamos o processo e preparamos a estrutura para evitar que se repita.

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